Colar Serotonina, Pingente Neurônio, Pingente Modelo Atômico, Colar Dopamina, Bracelete DNA, Brinco DNA, Pingente DNA.

Colar Molécula de Serotonina
Serotonina é uma
molécula
pequenina, um bibelô composto por apenas 10 átomos de carbono, uma dúzia
de hidrogênio, dois de nitrogênio e apenas um de oxigênio. É uma
molécula envolvida em ajudar as pessoas a lidar com a adversidade, a não desistir, seguir em frente e tentar resolver tudo. A
serotonina é conhecida como "O
hormônio da felicidade" (apesar de não ser hormônio) por transmitir a sensação de bem-estar.
Colar Molécula de Dopamina
Quando alguém passa por situações positivas ou desejadas, é estimulada a produção de uma substância chamada
dopamina na região do cérebro conhecida como substância negra. A
dopamina é muito conhecida como "o neurotransmissor do prazer".
Pingente Átomo (Modelo atômico de Rutherford)
Segundo o modelo atômico de Rutherford, o tamanho do átomo seria de 10 000 e 100 000 vezes maior que seu núcleo. Observemos que Rutherford teve
que admitir os elétrons orbitando ao redor do núcleo, porque, sendo
eles negativos, se estivessem parados, acabariam indo de encontro ao
núcleo, que é positivo.
Pingente Neurônio
Neurônio é o principal componente do sistema
nervoso. Considerada sua unidade anatomo-fisiológica, estima-se que no
cérebro humano existam aproximadamente 15 bilhões destas células,
responsável por todas as funções do sistema. É a estrutura dos neurônios
através da qual ocorrem os processos de comunicação entre os mesmos, ou
seja, onde ocorre a passagem do sinal neural (transmissão sináptica)
através de processos eletroquímicos específicos, isso graças a certas
características particulares da sua constituição.
Pingente, Brinco e Bracelete Molécula de DNA
O DNA é um aglomerado de moléculas que contém
material genético. Esse material é determinante para o bom funcionamento
dos seres vivos e da formação das características físicas. O
descobrimento do DNA começa no ano de 1869. Quem
descobriu foi Johann Friedrich Miescher, bioquímico alemão. A descoberta
aconteceu por meio da análise do núcleo de células vindas dos glóbulos
brancos. O estudo era feito com pus de feridas. O uso desse material se
justificava pelo fato dessas células terem núcleo maior e, portanto,
mais fácil de isolar.